1.1.26

LANÇAMENTO: HADASSAH, SEGREDO DE ESTADO


 

LANÇAMENTO: HADASSAH, SEGREDO DE ESTADO

Uma órfã judia. O Império Persa. Um decreto de morte.

E se a mulher mais poderosa do mundo guardasse o segredo mais perigoso?

No coração da Pérsia antiga, onde um único decreto pode apagar nações inteiras, uma jovem chamada Hadassah é arrancada de sua vida simples e lançada no harém do Rei Xerxes.

Mas ela carrega um segredo: ela é judia.

Sob o nome de Ester, ela conquista o coração do rei mais poderoso da terra. Porém, nos corredores do palácio, Hamã — um homem sedento por vingança — lança os dados da sorte e assina o extermínio de todo o povo judeu.

Um decreto irrevogável. Onze meses para o massacre. Nenhuma esperança.

Ou quase nenhuma.


Um thriller histórico

"Hadassah, Segredo de Estado" de Raniere Menezes transforma o livro bíblico de Ester em uma narrativa com:

Intriga política
Suspense de vida ou morte em cada capítulo
Romance
Batalhas épicas pela sobrevivência de um povo
Um vilão que joga dados


  • Se você ama thrillers históricos
  • Se quer conhecer a verdadeira história por trás da festa de Purim

Este livro é para você.


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Hadassah, Segredo de Estado
Por Raniere Menezes

"E quem sabe se não foi para um momento como este que chegaste à realeza?"

 

18.12.25

A Escatologia dos Blogs: Os Blogs Morreram há Anos

 


A Escatologia dos Blogs: Os Blogs Morreram há Anos

Dizem que os blogs morreram há anos. O Google, com suas mudanças de algoritmo, foi coveiro e o padre exorcista na cerimônia. Agora, a inteligência artificial tem acabado com a hegemonia de pesquisar pelo Google, redesenhando novamente o mapa de como consumimos informação na internet.

Mas aqui estamos nós, os blogueiros pessoais, ainda respirando.

Somos os sobreviventes dessa escatologia digital. Orbitamos num limbo estranho, dentro de uma cápsula do tempo que ninguém mais visita com frequência. Não aparecemos nas primeiras páginas do Google. Não viralizamos. Não geramos engajamento mensurável.

E sabe de uma coisa? Está tudo bem.

Seu Espaço

Porque este é o meu espaço. Minha cápsula. Meu depósito de ideias. Um lugar meu sem regras impostas por algoritmos canibais por atenção. Sem limite de caracteres. Sem stories que desaparecem em 24 horas. Sem feeds infinitos que engolem os pensamentos em segundos.

Apenas continue escrevendo.

Um blog pessoal é um bom lugar para compartilhar seus pensamentos. Não para uma audiência fantasmagórica de milhões, mas para você mesmo daqui a dez anos. É um lugar para onde você pode voltar quando quiser lembrar de algo que escreveu há mais de uma década. Aquele insight que teve sobre algo. Aquela fase pela qual passou. Aquela pessoa que você era.

Pegadas Digitais

É um lugar onde você deixou uma pegada digital que realmente significa alguma coisa — não um like, não um retweet, mas um pensamento (in) completo, articulado, seu.

Meu blog pessoal é meu caderno aberto e público. Longe das redes sociais e seus ruídos. Longe da performatividade obrigatória. Longe da necessidade constante de ser relevante, viral, otimizado.

Os blogs podem ter morrido para o mundo. Mas para quem ainda escreve neles, eles são mais vivos do que nunca.

Então, sim: os blogs morreram.

Vida longa aos blogs.

11.12.25

LÓGICA EM FOGO - PREGAÇÕES SOBRE O NATAL - E-BOOK GRATUITO



 

"Lógica em Fogo: PREGAÇÕES DE NATAL", editado por Raniere Menezes, é uma série de pregações que abordam a "religião de calendário". O texto critica a ênfase da igreja moderna em agendas lotadas, atividades programadas e festas religiosas como Natal e Páscoa.

Crítica Central:
A atividade religiosa e o barulho da igreja frequentemente servem para esconder um vazio espiritual e a ausência do poder de Deus.
As festas religiosas funcionam como uma válvula de escape emocional, permitindo que as pessoas se sintam "religiosas" sem se submeterem à Verdade e ao arrependimento diário.
O "cristão de calendário" visita Jesus como um parente distante, emociona-se momentaneamente, mas não permite que Ele mude sua vida diária.
Adoração e o Calendário:
O autor, citando Vincent Cheung, argumenta que observar dias e festas especiais é retroceder aos princípios rudimentares da religião, visto que o sistema de sombras do Antigo Testamento foi abolido pela vinda de Cristo.
A adoração deve ser guiada pela Palavra de Deus; invenções humanas, como ciclos litúrgicos e rituais não ordenados, são consideradas "fogo estranho".
O verdadeiro teste de qualquer prática de adoração é: "Onde Deus ordenou isto?".
O Chamado à Fé Diária:
A alegria bíblica pertence a todos os dias, pois Jesus reina todos os dias, e Seu poder não flutua com o calendário.
A encarnação (o nascimento de Jesus) veio para julgar e expor, e não apenas para ser um símbolo sentimental. O que importa é a lealdade e a obediência a Cristo numa terça-feira comum, e não apenas nas datas festivas.
Voltar ao calendário é negar a suficiência da obra de Cristo e tratar o Espírito Santo como um visitante sazonal. A liberdade em Cristo significa viver na plenitude de cada dia, guiado pela Palavra.

10.12.25

ESTUDO BÍBLICO - SANSÃO - O MUNDO NÃO ERA DIGNO DELE

 





O documento, "Lições Bíblicas para Pequenos Grupos, Discipulado ou Escola Dominical: Sansão, O Mundo Não Era Digno Dele", escrito por Raniere Menezes, reexamina a vida de Sansão com base em Hebreus 11, contestando a visão popular que o define primariamente por suas falhas. O material é fruto de estudo e reflexão, adaptado dos escritos de Vincent Cheung.

Tese Central (Lição 1):
Sansão é honrado por Deus em Hebreus 11 como um homem de fé, prevalecendo o veredito divino sobre o julgamento humano.
A fé, e não a perfeição, é a marca decisiva que agrada a Deus.
O mundo é declarado "indigno" dos fiéis, o que se aplica a Sansão e a todo crente, invertendo o julgamento popular.
O Ciclo do Cativeiro e a Soberania (Lição 2):
A história de Sansão começa com a apostasia de Israel, resultado da negligência dos pais em ensinar a Palavra de Deus às novas gerações.
Diferente dos ciclos anteriores, no tempo de Sansão o povo aceitou o cativeiro filisteu e não clamou por libertação.
Deus, em Sua soberania e fidelidade, levantou um libertador (Sansão) não pelo mérito ou pedido do povo, mas por Sua graça, prefigurando Cristo.
Nazireado, Falhas e Triunfos (Lições 3-8):
O nascimento de Sansão, anunciado pelo Anjo do Senhor a uma mulher estéril, aponta para a Palavra de Deus criando vida na impossibilidade humana. O Nazireado imposto desde o ventre simbolizava que sua missão era obra de Deus.
A vida de Sansão foi uma mistura de poder do Espírito e falta de reverência. Ele tinha fé na força de Deus, mas não temor pela Sua santidade, como visto ao tocar na carcaça do leão ou ceder à manipulação emocional.
A queda final de Sansão (Lição 7) ocorreu pela persistência sutil da sedução e pelo desprezo à sua consagração, levando à perda da presença de Deus.
O fracasso não foi o fim. Na prisão de Gaza, seu cabelo (sinal da aliança) cresceu novamente, e sua oração final, amadurecida pela humildade, levou à sua maior vitória sacrificial.
Sansão como Sombra de Cristo (Lição 9):
Sansão prefigurou Cristo em seu nascimento, capacitação pelo Espírito, solidão, traição por prata e vitória por meio da morte.
A fé de Sansão, mesmo imperfeita, aponta para a suficiência da graça de Deus e para Jesus como o "autor e consumador da fé".

28.11.25

E-BOOK GRATUITO - FICÇÃO HISTÓRICA EVANGÉLICA - POR RANIERE MENEZES



 

Agostinho José Pereira: Personagem central, negro forro, professor, e líder espiritual, conhecido como "Divino Mestre".

  • Recife Imperial: Cenário da história, cidade do Brasil (Pernambuco).

  • Alfabetização e Bíblia: O ato central da sua pregação/ensinamento. Usava a Bíblia, principalmente o livro de Êxodo (capítulo 3 e 14), para ensinar a ler e pregar sobre libertação.

  • Libertação e Resistência: O foco do seu ensinamento, que se transformou em resistência contra a opressão e a escravidão. A mensagem era que "gente que lê a Bíblia não pode ser escravizada".

  • Verso: A frase-chave que circulava era "Haverá sobre os morenos raios de divindade", vista pelas autoridades como incitação à insurreição/heresia.

  • Apoiadores (Células): O movimento era composto por centenas de negros, majoritariamente mulheres forras, incluindo Maria Feliciana (co-líder e transmissora), Ana Joaquina (quituteira e hospedeira), e Josefa (a menina que lia).

  • Repressão e Autoridades: Ameaça à ordem social e religiosa. Os antagonistas são o Padre André Lacerda (Igreja) e o Chefe de Polícia Antônio Ferreira Leal (Império).

  • Tomé Albuquerque: Soldado mestiço que inicialmente vigiava Agostinho e, depois, se tornou um aliado (traidor do Império) e um "revivalista".

  • Avivamento e Multiplicação: Após a prisão e o desaparecimento de Agostinho, o movimento se transforma em células pequenas e espalhadas, crescendo para além de Recife e evoluindo para um avivamento espiritual.

  • Legado: A fundação clandestina e anterior (décadas antes de 1863) de uma igreja evangélica negra no Brasil, com a continuidade do ensino e da leitura por seus discípulos.



24.11.25

EM BREVE - PRÓXIMO LANÇAMENTO - FICÇÃO HISTÓRICA - A HISTÓRIA NÃO CONTADA DE F.F.BOSWORTH

 


Fornalha em Zion: A História Não Contada de F.F. Bosworth

Existe um tipo de fé que nasce no conforto dos púlpitos , e existe outro tipo — mais raro,  — que é forjado na fornalha do sofrimento. "Fornalha em Zion" conta a história extraordinária de um homem que descobriu que, às vezes, Deus precisa quebrar completamente uma vida antes de poder usá-la plenamente.

Um Vendedor que Encontrou Algo Maior que o Lucro

Fred Bosworth não nasceu santo. Ele era um jovem ambicioso do Nebraska, com uma corneta polida e um talento natural para convencer pessoas — principalmente para vender-lhes coisas que não precisavam. Seu sonho? Palcos em Nova York, fama, fortuna, qualquer coisa que o tirasse da poeira das fazendas do Meio-Oeste americano.

Mas Deus tinha outros planos.

Esta é a história de como um vendedor de "óleo de cobra" se tornou um dos mais respeitados evangelistas de cura do século XX. 

É a história de transformações , de milagres e — talvez mais importante — de um homem que aprendeu, dolorosamente, que o verdadeiro poder não vem de estar no centro do palco, mas de construir alicerces invisíveis para Cristo brilhar.

Uma Narrativa que Respira Verdade

O que diferencia este livro de tantas biografias cristãs ? Honestidade.

Você não encontrará um herói perfeito. Encontrará um homem real: ambicioso, teimoso, que mentiu para ganhar a vida, que foi espancado quase até a morte, que viu Deus curar centenas... milhares de pessoas.

A narrativa mergulha fundo nas contradições da fé. Como você continua acreditando quando tudo parece indicar que foi abandonado?

Mais que uma Biografia: Um Testemunho de Fé

"Fornalha em Zion" não é apenas sobre Fred Bosworth. É sobre todos nós que lutamos com:

  • A tensão entre ambição e chamado 
  • A vontade soberana de Deus — Por que alguns são curados e outros não?
  • O custo do evangelho — Às vezes, servir a Cristo significa sangrar.
  • A morte do ego — A lição mais difícil: que não somos o centro da história de Deus.

Uma Escrita Honesta e Humana

Não é um livro de teologia fria ou um relato histórico acadêmico. É ficção histórica no seu melhor: pesquisada, mas com personagens que saltam das páginas.

Você sentirá o calor sufocante das tendas de avivamento. Ouvirá o som dos trens onde Fred "pegava carona" entre cidades. Testemunhará momentos marcantes. E presenciará momentos de redenção que parecem impossíveis.

Para Quem é Este Livro?

Para quem:

  • Luta com dúvidas sobre o poder da fé num mundo de hoje
  • Questiona se Deus ainda age sobrenaturalmente hoje
  • Sente-se preso entre o que é esperado de você e o que Deus está chamando você a ser
  • Já experimentou o silêncio de Deus quando mais precisava de uma resposta
  • Quer entender o movimento pentecostal além dos estereótipos

...então este livro foi escrito para você.

O Legado que Continua

Fred Bosworth morreu em 1958, mas seu livro "Cristo, o Curador" continua sendo lido em dezenas de línguas. Ele não construiu um império com seu nome. Não fundou uma denominação. Não deixou catedrais de mármore.

O que ele deixou foi mais duradouro: uma geração de pregadores que aprenderam que o verdadeiro poder vem da rendição, não do controle

Que a maior vida não é aquela lembrada por multidões, mas aquela que, em silêncio, mudou uma vida de cada vez.

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"Fornalha em Zion" não é uma leitura confortável. É um livro que questiona e confronta.

É sobre aprender que, às vezes, morrer para si mesmo é a única forma de realmente viver.

E é sobre descobrir o Deus que cura para Sua glória.


Em breve.

Prepare-se para conhecer o homem que passou por uma fornalha de fogo, de milagres, de cura, de poder sobrenatural e perdas.

23.11.25

Reformados Que Não Reformam: O Paradoxo da Igreja Sempre Reformanda


Quando os antigos reformadores criaram os slogans históricos da Reforma Protestante e desenvolveram doutrinas essenciais à igreja, eles expressavam uma preocupação genuína com a necessidade de reformas contínuas.

O lema Ecclesia Semper Reformanda Est (a igreja sempre deve ser reformada), junto com os princípios do livre exame e do sacerdócio universal de todos os crentes, representavam muito mais que frases de efeito.

Eram manifestações de um zelo profundo por liberdade interpretativa bíblica e o reconhecimento honesto de que a igreja, como instituição humana, está sujeita a falhas e necessita de reforma constante para se manter fiel aos ensinamentos originais das Sagradas Escrituras.

A Reforma Protestante, em sua essência teológica, foi um retorno à Palavra de Deus. Um movimento de volta constante à Bíblia como única referência segura e palavra final de fé e prática, o princípio do Sola Scriptura.

Os credos e confissões de fé evangélicos foram escritos exatamente para: corrigir distorções e desvios doutrinários, práticas e costumes que ferem os ensinos das Escrituras, e também como defesa da fé. A necessidade de autoexame e renovação da igreja não era opcional, era fundamental.

LEIA MAIS AQUI

18.11.25

LANÇAMENTO - FICÇÃO HISTÓRICA - UMA VIAGEM NO TEMPO DA RECIFE ANTIGA

LINK DA EDITORA




 No Brasil Império, um ex-escravizado, Agostinho José Pereira, lidera um movimento clandestino para alfabetizar negros usando a Bíblia. Visto como uma ameaça de insurreição pela Igreja e pelo Estado, ele é perseguido, preso e se torna uma lenda. No entanto, suas palavras sobre fé e liberdade acendem um avivamento espiritual que a repressão não consegue apagar, provando que o conhecimento, uma vez adquirido, é a forma poderosa de libertação.


17.11.25

O LUTERO NEGRO DE RECIFE EXISTIU OU É UMA LENDA?

 

O LUTERO NEGRO DE RECIFE EXISTIU OU É UMA LENDA?

O "Lutero Negro" surgiu como uma alcunha atribuída a Agostinho José Pereira, também conhecido como o Divino Mestre.

A origem dessa nomenclatura está ligada à passagem do naturalista inglês Charles B. Mansfield por Pernambuco em 1852. Mansfield referiu-se ao Divino Mestre como um “Lutero negro”, mesmo não sabendo seu paradeiro e tendo apenas ouvido relatos sobre sua fama e prestígio.

O nome "Lutero Negro" permanece em uso até hoje e estabeleceu uma analogia histórica curiosa. Ela compara o movimento de Agostinho – caracterizado por um cisma e uma iconoclastia radical – à ruptura radical promovida por Martinho Lutero contra a Igreja Católica Romana. Dessa forma, o apelido reconhece a dimensão histórica do movimento de Agostinho, posicionando-o na função de um reformador protestante.

Agostinho José Pereira, um negro forro e letrado, pregava nas ruas do Recife em 1846 e utilizava uma Bíblia com passagens grifadas que falavam de liberdade. Sua doutrina afirmava que sua conversão e entendimento das Escrituras vieram por revelação divina, negava o valor das imagens de santos, e contestava o fato de os católicos não cumprirem os mandamentos.

Contraponto Historiográfico

  • Os nomes “Divino Mestre,” “Lutero Negro do Brasil,” e “Agostinho José Pereira” podem ser fictícios.
  • Essa narrativa é descrita como parte de uma lenda urbana moderna ou um mito criado na internet por volta de 2015.
  • Segundo essa perspectiva, o termo "Lutero Negro" é uma metáfora moderna, sem base em fonte histórica confiável. Martinho Lutero era um reformador protestante europeu do século XVI, e a associação é considerada uma analogia simbólica, não histórica.
  • A criação desse mito é interpretada como uma forma de reparação simbólica, visando emocionar, reivindicar a identidade negra e desafiar o silêncio da historiografia oficial ao criar um herói negro que "a história esqueceu".

A alcunha "Lutero Negro" surgiu no século XIX, em 1852, a partir de Charles B. Mansfield, em referência a Agostinho José Pereira, devido à natureza reformadora e contestatória de seu movimento religioso. Contudo, há um debate contemporâneo que classifica Agostinho José Pereira e seu apelido como uma ficção histórica digital.

A relevância do nome "Lutero Negro" está, portanto, na analogia com a Reforma Protestante de Martinho Lutero, que questionou a autoridade da Igreja, assim como Agostinho José Pereira desafiou o catolicismo estatal brasileiro e a ordem escravocrata. Essa comparação é especialmente pertinente, pois Agostinho utilizou a leitura da Bíblia como ferramenta central para pregar a liberdade, um princípio de Sola Scriptura em chave libertadora, o que era visto como a "mais perigosa arma de resistência negra no século XIX".

Pai da Reforma Protestante Negra no Brasil: Ele é considerado o pai da Reforma Protestante Negra por ter liderado um movimento religioso genuinamente brasileiro, sem vínculos diretos com missionários ou grupos protestantes estrangeiros.

Se os historiadores confirmarem sua existência, este Agostinho da José Pereira será, portanto, um dos primeiros movimentos evangélicos modernos antes dos missionários congregacionais e presbiterianos no Brasil.

RANIERE MENEZES – FRASES PROTESTANTES