31.1.09

Propaganda contrária

Contra-propaganda que circula esta semana na Espanha, grupos ateístas deram início e agora a resposta de evangélicos e católicos. Mas Deus precisa de propaganda em ônibus?

30.1.09

O novo "carismático"

O novo “carismático”, sorridente, democrático, liberal, evoluído, mente-aberta, jovem e humanista presidente americano, já “agradeceu” a Deus por sua eleição revogando um decreto presidencial do ex-presidente Bush contra o aborto!

Ora, nos EUA 82% dos cidadãos americanos são contrários ao aborto!

Ele, o democrático e sorridente, já começou violando a ordem democrática estabelecida pela vontade da maioria! Irônica e justamente o que ele alega e jurou, sobre a Bíblia do seu ídolo ex-presidente Abrahan Lincoln, respeitar! A maioria “sou eu”!


Trecho de uma mensagem (anônima) que circula na Rede.

28.1.09

Vaticano vs Rabinos (Os fariseus que se entendam)

Clique na imagem para ampliar

O rabinato supremo de Israel rompeu, nesta quarta-feira (28), as relações com o Vaticano, em protesto pela decisão papal de retirar a excomunhão de um bispo que negou publicamente que seis milhões de judeus tenham sido assassinados pelos nazistas no Holocausto. A mais alta autoridade religiosa do Estado de Israel enviou uma carta à Santa Sé na qual expressou "dor e pesar" ante a decisão do papa Bento XVI. "Será muito difícil que o rabinato mor de Israel continue seu diálogo com o Vaticano como antes", afirma na carta.

A decisão de Bento XVI de revogar a excomunhão do bispo Richard Williamson, que negou que seis milhões de judeus tenham sido mortos durante a II Guerra Mundial (1939-1945), causou grande indignação na comunidade judaica. Williamson foi excomungado há vinte anos porque foi consagrado bispo indevidamente pelo então arcebispo ultraconservador Marcel Lefebvre. Bento XVI retirou recentemente a excomunhão a Williamson e a outros três bispos que seguiam a doutrina de Lefebvre.


Fonte: AE

25.1.09

Provérbio Popular

DEUS

A
CANGA
CONFORME
O
PESCOÇO

Citações Variadas XCVIII - Dons

Todos os dons de Cristo são como ele mesmo: espirituais e celestiais.
Thomas Brooks





Na igreja de Cristo não há ninguém tão pobre que não possa compartilhar conosco algo de valor.
João Calvino





Os dons espirituais não são brinquedos; são ferramentas do Espírito para que a obra de Deus seja feita com eficiência.
G. Raymond Carlson





Dons espirituais não são prova de espiritualidade.
Samuel Chadwick





Você não pode ter os dons de Cristo sem ter o governo de Cristo.
A. Lindsay Glegg





Orgulhar-se dos dons rouba a bênção de Deus no uso deles.
William Gurnall





Uma gota da graça vale um mar de dons.
William Jenkyn





Os melhores dons são os que beneficiam todo o corpo. Não se encontra muita gente
pedindo o dom de liberalidade.
Harry Kilbride





Considerar que os dons espirituais têm o mero objetivo de adornar e beneficiar a pessoa que os tem seria tão absurdo quanto dizer: "Eu acendo o fogo não para esquentar a sala, mas para esquentar a lareira".
Abraham Kuyper



24.1.09

Reprodução parcial do livro Pérolas Para a Vida de John Blanchard disponibilizada pela Edições Vida Nova na Rede

A audiência do Blog Frases Protestantes tem só aumentado, o que muito me alegra e agradeço as visitas, visitas estas relevantes. Com certeza muitos amigos e irmãos têm feito bom proveito das citações. Quero esclarecer que muitas citações foram extraídas da coletânea John Blanchard disponibilizada pela Edições Vida Nova na Rede. Aguardo resposta da editora para postar todo o livro, o que talvez não seja permitido.

O livro não está mais no catálogo da editora citada (http://www.vidanova.com.br/index1.html). As grandes livrarias não dispõem mais do livro. É possível ainda encontrar em Sebos. Há vários endereços na Internet disponibilizado o download dessa obra livremente e sem autorização, o que não é permitido, portanto ilegal!

Como disse aguardo autorização da editora para publicação total da obra. Porém o fato de a edição estar esgotada não significa que esta possa ser livremente reproduzida, até porque uma obra pode estar fora de circulação em virtude de problemas de distribuição, em razão de atualização para nova edição ou até desinteresse do autor em uma nova edição, segundo a cartilha da ABDR (disponível neste link).

Portanto este blog não faz uso ilegal do livro citado, e ao mesmo tempo condena a divulgação ilícita do livro Pérolas Para a Vida de John Blanchard não disponibilizada integralmente pela Edições Vida Nova na Rede e sem autorização.


Conheça a Lei 9.610/98 neste link:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm

A ABDR - Associação Brasileira de Direito Reprográficos – dispõe uma cartilha (http://www.abdr.org.br/cartilha.pdf) que tira as dúvidas mais comuns sobre quebra de direitos autorais:
http://www.abdr.org.br/index.html

Alguns cristãos chegam a alegar que reprodução de obra teológica pode circular livremente porque "deriva" do Espírito Santo. Isto é como dizer que se pode copiar cds de rock porque o diabo é o pai do rock!

“A edição de um livro exige muito trabalho e a intervenção de vários setores em sua cadeia produtiva. Ela vai do plantio da árvore até a industrialização da celulose para transformá-la em papel. Elaboração do texto, editoração, composição, revisão, impressão, armazenagem dos estoques, distribuição, transporte, exposição e venda nas livrarias – tudo isto requer um trabalho fantástico que exige grandes investimentos, cujo retorno possibilita a manutenção ativa e ininterrupta do ciclo produtivo”. Plínio Cabral

Quebrar os direitos autorais é quebrar a cadeia de produção de livros!

“Art. 186 - Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, ou imprudência, violar direito, ou causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito”. (Novo Código Civil)

"Belos gestos" e má doutrina

Os espanhóis celebram em Janeiro o dia de San Anton, o padroeiro dos animais. A festa é celebrada em varias cidades da Espanha e as pessoas têm o hábito de levar seus cães às igrejas para uma benção especial. Esta é mais uma das invenções pragmáticas da igreja romana. Não vai demorar para os evangélicos adaptarem a ideia!





A questão não é se uma doutrina é bela, mas se ela é verdadeira.
Anônimo




Abracemos toda a verdade ou renunciemos totalmente ao cristianismo.
Joseph Irons




Dizer "Esqueça a doutrina, vamos evangelizar" é tão ridículo quanto uma equipe de futebol que diz "Esqueça a bola, vamos continuar o jogo".
Peter Lewis




Aquele que crê mal nunca pode viver bem, pois não tem alicerces.
Richard Sibbes




É mais fácil defendermos àquilo que sempre cremos ou fomos ensinados a crer do que investigarmos se o que cremos é verdadeiro.
Autor desconhecido




Se o evangelho é defi nido pelo senhorio de Cristo, então ele não é definido pelo homem ou suas escolhas.
William O. Einwechter


22.1.09

Não sou evangélico! Sou protestante!

Por estas e outras que é vergonhoso dizer que se é evangélico no Brasil! Quem enxerga de fora, e generaliza, coloca todo mundo no mesmo saco. Creio que temos de reerguer a bandeira histórica do protestantismo contra toda pilantragem em nome de Cristo!


Leia: Por que não podemos ser evangélicos, por Andrew Sandlin, clique aqui.

IDOLATRIA PASTORAL OU LIDERANÇAS PERSONALISTAS (FRAGMENTOS DE LEITURA).

Conta-se que um grupo de americanos que estava em Londres no século passado foi ouvir um famoso pregador, contemporâneo de Spurgeon. Ao saírem da reunião comentaram: “que grande pregador é o Dr. Fulano!” Posteriormente assistiram a uma pregação de Spurgeon e saíram dizendo: “que grande salvador é o Senhor Jesus!” É a Cristo, unicamente, que a igreja deve exaltar.





Lamentavelmente a igreja tem se apoiado em lideranças personalistas, mesmo que de natureza benéfica. Homens têm sido colocados em evidência junto com Cristo e a mensagem do Evangelho, e quando esses homens caem a credibilidade da mensagem cai junto. A prática tem demonstrado que é preciso despersonalizar a igreja. O Evangelho não necessita da autoridade de homens para se firmar. Ele tem autoridade por si.





Há igrejas em que somente após o povo estar acomodado é que o pastor ou pastores entram em processional pelo templo. Em algumas, o povo se levanta para acompanhar e às vezes até aplaudir o “homem de Deus” que está entrando.





Até mesmo nos grandes reformadores, Lutero e Calvino, podemos encontrar essas tendências. Lutero, embora tenha renunciado aos seus votos monásticos, “apegou-se tenazmente a seu professorado e a seu grau de doutor”, obtido na Igreja Católica Romana. (CITADO)





Já se falou e escreveu muito sobre como o pastor pode ser solitário. E, por quê? Primeiro, porque o sistema é falho, humano e não divino. Não era para ser assim. Segundo, essa notória “solidão do ofício” parece ser um subproduto de duas inclinações humanas, a de ser idolatrado e a de idolatrar. De fato, os homens parecem necessitar da figura de um homem forte a quem devotam lealdade, por quem lutam ou a quem imitam. Os artistas têm os seus inevitáveis fãs-clubes; e, mesmo em nosso meio, não deixam de existir as multidões de seguidores de cantores e dos grandes pregadores. Por outro lado, essas pessoas que ficam em evidência, mesmo com as melhores intenções, no decorrer de suas carreiras parecem enredar-se nas sutis armadilhas que os holofotes trazem. E, se no início se sentem desconfortáveis depois se acostumam e, mais adiante passam a gostar dos paparicos, dos autógrafos, das atenções especiais, do tratamento diferente, da devoção exagerada.





O que aconteceu com esses pastores demonstra que a natureza humana, mesmo nos nossos melhores representantes, pode ser perigosamente susceptível às influências da fama, da honraria exagerada e da admiração dos homens. Por isso, cada vez que um mero homem – por melhor que seja – é colocado, sozinho, em posição de proeminência, surgem ocasiões de tentação.





Vemos na Bíblia um diácono batizando (At 8.12, 36-38: O eunuco pergunta a Felipe: que impede que seja eu batizado? Se vivesse hoje Felipe responderia: não posso batizar-te, somente um ministro ordenado pode..), um “mero” discípulo, sem nenhum cargo conhecido batiza aquele que viria a ser o apóstolo Paulo (At 9.10-18).





Se o “pastor” não é um sacerdote porque sem ele não pode haver batismo e celebração da ceia? Por que somente o pastor pode impetrar a chamada “bênção apostólica” que é simplesmente o fecho da 2ª carta aos Coríntios? Parece que a “bênção apostólica” se tornou um 3º sacramento criado com a finalidade de marcar a distância entre o reverendo e os “leigos” (aliás, se a bênção é “apostólica”, homem nenhum tem o direito de pronunciá-la atualmente).





Lutero considerava que todo cristão é um ministro e que a cerimônia de ordenação era “meramente a forma pública pela qual alguém é comissionado mediante a oração, as Escrituras e a imposição de mãos, a fim de servir à congregação.” As funções sacerdotais são privilégio de todos os crentes e “não a prerrogativa de uma casta seleta de homens santos”. “Lutero enumerou sete direitos que pertencem a toda a igreja: pregar a Palavra de Deus, batizar, celebrar a Santa Comunhão, carregar “as chaves”, orar pelos outros, fazer sacrifícios, julgar a doutrina”. (CITADO)





O desejo de primazia não é cristão. Paulo afirma que desejar o episcopado é algo bom (1Tm. 3.1). Mas este é um episcopado cristão onde indivíduo sobressai por servir (Mt 20.26), permanecendo sempre submisso a outros. O presbítero João escrevendo a Gaio (3 Jo 9), informa-nos acerca de um tal de Diótrefes, (“que gosta de exercer a primazia entre eles”) que não lhe dava acolhida, proferia palavras maliciosas contra ele e expulsava da igreja os irmãos que desejavam acolher os seus mensageiros. Após esse relato conclui: “não imites o que é mau” (v.11). Parece haver dois procedimentos errados relatados nesta passagem: O primeiro é o desejo de primazia exercido por Diótrefes; o segundo é a passividade dos demais, que não exerceram sua autoridade para inibir com firmeza a este que acabou por deixar de ser presbítero para se transformar num tirano.





Esta passividade tem sido estimulada por muitos pastores, principalmente aqueles que gostam “exercer autoridade e dominar” (veja Mateus 20.25-26). Usando indevidamente a figura bíblica da “ovelha” e do “rebanho”, estimulam nos membros de suas congregações as características negativas deste animal. Afirmam que ovelha é mansa, não berra; o pastor sabe quais são os lobos disfarçados de ovelhas dando com o cajado na cabeça de todos – a ovelha não reagirá. Quem reage é lobo. Dessa forma afastam aqueles que poderiam contestar sua “autoridade” e seus erros. Já ouvi de um antigo pastor, zeloso de sua autoridade, a afirmação de que “ovelha é burra”. Ele se referia aos membros da igreja! De fato a ovelha (o animal) é burra, enxerga pouco, não sabe se defender, erra freqüentemente o caminho… serão por essas características que o verdadeiro líder cristão gostaria que sua congregação fosse conhecida?





Efésios 4.11-16 mostra que a liderança da igreja foi constituída por Deus com a finalidade de conduzir os eleitos ao “pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo”. Aí não há nada da ingenuidade, da burrice e da passividade característicos do animal. Em última análise, a finalidade da liderança cristã é tornar-se desnecessária, pois quando todos chegarem à perfeita varonilidade e à medida da estatura da plenitude de Cristo, não precisarão de ninguém para guiá-los. Evidentemente isso só acontecerá (inclusive com os líderes) na glória. Mas este é o alvo: sermos como Cristo (veja também Rm. 8.29; 2Co. 3.18). Que glória para uma congregação ouvir o que Paulo disse aos Romanos: “E certo estou, meus irmãos, sim, eu mesmo, a vosso respeito, de que estais possuídos de bondade, cheios de todo o conhecimento, aptos para vos admoestardes uns aos outros” (15.14). Se uma igreja permanece por anos com membros portando-se como meninos (Ef 4.14), sem crescimento (Ef 4.15), algo está errado.





Pedro, (1Pe. 5.1), exorta: “pastoreai (pastoreai vós: plural!) o rebanho de Deus… não como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos (plural) modelos do rebanho”. Vejo aqui que não há como compararmos o modelo de liderança encontrado em qualquer outra instituição (a hierarquia militar, por exemplo) com a igreja de Deus. Os presbíteros devem se abster de procurar serem obedecidos porque são “os chefes”. Eles são investidos de autoridade? Sim. Mas uma autoridade de natureza diferente da do mundo, uma autoridade que deve ser obedecida por se tornar modelo. “Mas Jesus lhes disse: os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Não é assim entre vós”. (Mt. 20, Mc. 10, Lc. 22).





Como aplicar esses princípios dentro de um sistema colegiado de governo? Alguém se destacará por uma pregação eloqüente, outro pela sabedoria e conhecimento bíblicoteológico, outro por sua capacidade administrativa; uns serão mais comunicativos, outros mais reflexivos. Mas todos deverão se submeter, individualmente, ao grupo. Se cada presbítero, individualmente, não é capaz de ser liderado, como será capaz de liderar adequadamente?





Aristóteles ao teorizar sobre as formas de governo citou 3: monárquico (governo de um só, vitalício; de monos, um), aristocrático (governo de uma elite; de aristos, melhor + krateo, dono, governador) e democrático (governo escolhido pela maioria) e alertou para o fato de que todos podem se deturpar: a monarquia pode se transformar em tirania; a aristocracia em oligarquia e auto-perpetuação e a democracia, em demagogia. Também as igrejas podem se desviar das formas de governo que teoricamente adotam: uma igreja batista pode transferir grande parte da autoridade da assembléia para o pastor; os presbíteros de uma igreja presbiteriana podem se tornar meramente um grupo de auxiliares do pastor; um presbitério pode ser submisso às imposições de um líder mais carismático.





Um paralelo esclarecedor são as ditaduras. Em muitas delas os congressos permanecem funcionando, o que lhes dá uma aparência de democracia. Na prática eles existem somente para endossar as diretrizes do “homem forte”. Exemplo típico eram os congressos dos países comunistas onde o mais comum eram as votações unânimes: ai de quem discordasse! Isso deveria ser suficiente para mostrar aos cristãos que as raízes do pecado estão ativas em todos nós e que tudo o que fazemos tende a se corromper com o tempo, até nas igrejas dos santos. Mesmo as comunidades cristãs podem se degenerar a tal ponto que suas reuniões já não sejam para melhor e sim para pior (1Co. 11.17).





Pode-se acrescentar a estes o “governo monárquico”, onde um líder carismático se proclama como “o ungido de Deus”, muitas vezes alegando que recebeu uma “revelação” divina e detém o poder normalmente de forma incontestável e vitalícia. Igrejas assim estão largamente afastadas dos princípios da Reforma e não creio que devam ser chamadas de protestantes.





Extraído do artigo: Um sistema de governo presbiteriano, por Túlio César Costa Leite, Presbítero da Igreja Reformada Presbiteriana em Maricá (RJ). Para ler na íntegra clique aqui.

13.1.09

PAUSA






Quero aproveitar esta pausa do blog de alguns dias e divulgar uma praia do meu estado: Praia dos Carneiros, umas das praias mais bonitas do litoral de Pernambuco, e do Brasil. A paisagem quase selvagem e inalterada desde o início do século - é o que torna Carneiros uma das mais atraentes do Brasil. O acesso é difícil pra quem vem de Tamandaré-PE e este é o motivo do local ser bem conservado e relativamente pouco frequentado. Cenário fantástico e diferente como poucos no litoral brasileiro, o melhor acesso a Carneiros, todavia, é pelo Resort Praia dos Carneiros, porque através dele, paga-se algo em torno de 50 Reais por pessoa e tem-se o direito de transporte por moderno catamarã até o praia, direito ao uso da infra-estrutura de praia do resort e uso das instalações do hotel.