23.1.26

E-BOOK APOSTILA - LIÇÕES EBD - SOBRE A BLASFÊMIA DO ESPÍRITO SANTO



Síntese das lições bíblicas sobre a blasfêmia contra o Espírito Santo e os perigos teológicos do cessacionismo: Visão Geral: A Natureza Jurídica da Fala

O ponto central é que a blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado objetivo da fala. Deus julga o conteúdo das palavras proferidas no tribunal de Cristo, independentemente da sinceridade, boas intenções ou ignorância de quem as diz.

Principais Conceitos e Alertas

Definição de Blasfêmia: Ocorre principalmente através da atribuição demoníaca (atribuir uma obra real do Espírito ao mal) ou da negação por "cessacionismo prático" (rotular manifestações genuínas como fraude ou doença mental).

O Perigo do Cessacionismo: A crença de que os dons cessaram é apresentada não apenas como uma tese teológica, mas como um "hábito de fala perigoso" que treina o crente para o ceticismo, a zombaria e o desprezo pelas obras do Espírito.

Insuficiência da Ignorância: O exemplo do apóstolo Paulo demonstra que agir com zelo religioso ou ignorância não anula a gravidade do pecado; ele reconheceu-se como "blasfemo" apesar da sua falta de conhecimento anterior.

Falha dos Testes Psicológicos: O documento rejeita a ideia pastoral comum de que "sentir medo de ter pecado prova que não pecou", afirmando que a segurança bíblica vem da obediência e do temor, e não de sentimentos subjetivos.

Implicações Práticas para a Igreja

1. Restauração do Temor de Deus: A doutrina do pecado imperdoável deve ser ensinada como uma ameaça real para restaurar o temor e a reverência.

2. Vigilância Linguística: Os crentes são exortados a guardar os lábios contra o "cinismo teológico" e o "desprezo respeitável" — tons educados usados para rotular milagres como histeria ou fraude.

3. Impossibilidade de Neutralidade: Diante de manifestações como cura e libertação, as palavras de resposta do observador revelam a sua lealdade ao Reino de Deus ou às trevas.

Conclusão: O pecado imperdoável não é um mistério psicológico, mas um aviso solene de que Deus defende a honra da Sua obra e julgará rigorosamente o que os homens dizem sobre o Seu Espírito.

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Blasfêmia, Espírito Santo, pecado imperdoável, cessacionismo, natureza jurídica, tribunal de Cristo, palavras ociosas, temor de Deus, dons espirituais, milagres, atribuição demoníaca, soberania, vigilância linguística, cura divina, Mateus 12.


22.1.26

E-BOOK GRATUITO - CÉU DE BRONZE


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O texto "Céu de Bronze: Análise Teológica e Devocional", de Raniere Menezes, explora a metáfora bíblica encontrada em Deuteronômio 28:23 e Levítico 26:19 para descrever a esterilidade espiritual e o juízo de Deus sobre a desobediência.

Resumo:

1. O Significado das Metáforas Metálicas

O autor explica que, no contexto de uma sociedade agrária, a transformação de elementos naturais em metais simboliza uma interrupção catastrófica da vida:

Céu de Bronze: Representa um céu "inflexível" que não produz chuva nem orvalho, simbolizando orações bloqueadas e o silêncio de Deus.

Terra de Ferro: Simboliza um solo tão duro que se torna incultivável, tornando o esforço humano inútil e levando à ruína econômica e fome.

Inversão dos Metais: Em Levítico, os metais são invertidos (céu de ferro e terra de bronze), mas o significado de um bloqueio total entre o Criador e a criação permanece o mesmo.

2. Contexto Jurídico e Teológico

O "céu de bronze" é apresentado como uma cláusula penal dentro da estrutura das alianças bíblicas (berit):

Juízo de Aliança: As bênçãos e maldições eram partes contratuais da relação entre Deus e Israel; o ambiente natural refletia a condição moral do povo.

Polêmica contra Baal: Ao selar o céu, Yahweh demonstrava a impotência de Baal (deus da tempestade), provando ser o único Suserano da criação.

Quebra do Orgulho: O objetivo do juízo era pedagógico, visando quebrar a autossuficiência humana e levar ao arrependimento.

3. Causas da Esterilidade Espiritual

O autor identifica padrões que levam ao estado de "céu fechado":

Desobediência Obstinada: Não dar ouvidos à voz de Deus atua como um isolante espiritual.

Orgulho e Autossuficiência: Confiar na própria força faz com que Deus resista ao indivíduo.

Falta de Perdão: Conflitos interpessoais criam barreiras verticais na oração.

Idolatria Moderna: Colocar trabalho ou prazer no lugar central da vida.

4. A Restauração em Cristo

A análise conclui que, embora o juízo seja severo, há promessas de restauração:

A Cruz como Ponto de Fusão: Em Cristo, que se fez maldição, o céu de bronze foi permanentemente aberto.

Caminho de Retorno: A restauração exige passos práticos como humilhação, confissão, reconciliação e persistência na oração (o "efeito Carmelo").

Transformação: O objetivo final de Deus é transformar o "coração de pedra" em "coração de carne", dissolvendo o bronze celestial através do arrependimento.

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Céu de bronze , Terra de ferro , Esterilidade espiritual , Juízo de aliança , Deuteronômio 28 , Levítico 26 , Aliança (Berit) , Metáforas bíblicas , Desobediência , Oração bloqueada , Arrependimento , Restauração , Orgulho espiritual , Obra de Cristo , Seca absoluta , Juízo divino , Simbolismo dos metais , Purificação , Graça , Tratados de suserania.



21.1.26

SARDES E LAODICEIA: IGREJAS NARCISISTAS - Um diagnóstico de igrejas em apostasia


SARDES E LAODICEIA: IGREJAS NARCISISTAS

Um diagnóstico de igrejas em apostasia

Apocalipse 3:1-6; 3:14-22


LAODICEIA: O NARCISISMO DA AUTOSSUFICIÊNCIA

Laodiceia vive numa autoimagem inflada: "Sou rico, estou bem e não preciso de nada" — mas não percebe que é pobre e nu. Isso é narcisismo em estado puro:

  • Autossuficiência ("não preciso de nada")
  • Dureza de coração (falta total de autoconsciência)
  • Aparência de sucesso sem profundidade
  • Deus está do lado de fora

Era uma igreja sem grandes perseguições, sem heresias escancaradas, não eram imorais — mas foram chamados de mornos por Jesus.

Estavam confortáveis, satisfeitos consigo mesmos. Acha que é tudo e não é nada. Vive uma ilusão completa do ego.

Laodiceia é a igreja que confunde prosperidade com aprovação.

Sim, a prosperidade é bênção, mas a prosperidade material sem prosperidade espiritual é maldição. Laodiceia confunde conforto com maturidade, confunde imagem com identidade. Ela não parece vilã — parece abençoada e bem-sucedida.

Laodiceia está bem viva por aí.


SARDES: O NARCISISMO DA REPUTAÇÃO

Sardes flerta com a vaidade da reputação. O narcisismo de Sardes é mais sutil e, por isso, mais perigoso:

"Tens nome de que vives, e estás morto."

Sardes não diz "sou rica" como Laodiceia. Ela vive do que dizem dela. Dizem que ela está viva, mas ela está morta. Tem nome, tem fama, tem histórico, tem prestígio — mas nada disso é real.

Sardes existe para manter uma fachada.

Os cultos estão funcionando, a estrutura está ativa, a linguagem correta, aparência de vida — mas tudo é performance. Parece vivo, mas está morto. A alma já foi embora, mas o marketing ficou.

Sardes não sabia que estava morta, negava a própria morte. É o pior tipo de narcisismo: a incapacidade de autoavaliação honesta, a rejeição de confrontos reais. Tudo que ameace seu ego deve ser afastado.

Ela não é acusada de heresia nem de escândalos. Ela é acusada de autoengano.

O passado glorioso é uma anestesia. Eles vivem de "já fomos", "sempre fomos", "todo mundo sabe quem somos".

Cristo não diz: "Você não faz nada". Ele diz: "Não achei as tuas obras completas diante de Deus". Ou seja: muita ação, pouco peso; muita forma, nenhuma essência.

É um narcisismo funcional — produzir para ser visto, não para ser verdadeiro. Sardes vive da fama. É um narcisismo estético: tem aparência de vida, tem nome.


A DESCONEXÃO

Assim como os narcisistas estão desconectados do universo real, a igreja em apostasia está desconectada de Jesus. Elas vivem seu próprio mundo, possuem vítimas voluntárias para escravizá-las espiritualmente.

Assim como os narcisistas vivem em suas próprias ilusões, as igrejas criam ilusões e acreditam nelas. Sardes e Laodiceia criaram pensamentos sobre si baseados na ilusão que criaram e acreditam.

Os narcisistas criam ilusões, mentiras e imagens falsas de si mesmos. Além de acreditarem, arrastam outros com eles — convencem que a ilusão é verdade e realidade.

Características do mundo narcisista da igreja:

  • Vazio profundo
  • Desejos e devaneios
  • Ilusões e mentiras
  • Medos irracionais (o fim do mundo apocalíptico)
  • Pensamentos obsessivos
  • Ausência de razão e de sã doutrina
  • Falta de presença (Cristo está do lado de fora)
  • Presença de entidades malignas (nas quais não acredita ou subestima)

DOIS ROSTOS, MESMA DOENÇA

Laodiceia vive de autossuficiência — é um narcisismo egolátrico, tem a ilusão de poder e diz que não precisa de nada.

Sardes não vigia. Jesus diz: "Virei como um ladrão." Assim como o narcisista que acredita que nada vai desmoronar de repente.


LIDERANÇA NARCISISTA: O CENTRO DO PROBLEMA

Quando falamos de uma igreja narcisista, para que não se torne um tema abstrato: o narcisismo está na liderança e nos membros da igreja.

Os líderes não são tiranos clássicos — são gestores da própria imagem, da própria reputação. Vivem de branding pessoal, se apresentam como referência, autoridade, visionário. Citam resultados como prova de relevância.

É o narcisismo performático. Confunde movimento com vida.

A igreja de Sardes não vigia o coração — vigia a percepção pública.

Muitas igrejas têm cultos bem produzidos, estética, presença digital, frases de efeito, vídeos emocionais. Tudo funciona, tudo brilha, tudo engaja — mas não há vida.

Prefere aplausos a arrependimento, fé e poder do Espírito Santo.

Muitas igrejas-Sardes modernas têm seguidores, views, likes, lotação, reputação — mas não têm profundidade bíblica, vida devocional privada, coragem profética. Ela vive para ser vista. As orações nas igrejas são pregações para Deus.

Sardes não está em crise. Ela funciona, paga as contas, tem agenda cheia. Mas:

  • Busca a fama, não a vida
  • Busca a reputação, não a verdade
  • Busca a visibilidade, não a presença de Deus
  • Busca atividade, não obediência

Jesus diz: "Lembra-te do que recebeste." Não inove — volte à origem.


O CONTRASTE

Sardes é a fachada.
Laodiceia é o púlpito.

Sardes diz: "Somos admirados."
Laodiceia diz: "Não preciso de nada."

Não ouve, não aprende, não se arrepende, nega o poder do Espírito Santo.

Sardes cuida da aparência. Laodiceia cuida do discurso — a narrativa de sucesso, a teologia do conforto, autoconfiança institucional, linguagem de vitória mas sem poder verdadeiro.


A CEGUEIRA SATISFEITA

Sardes não sabe que está morta.
Laodiceia não sabe que é pobre e cega.

Uma é cega para a morte.
A outra é cega para a miséria.

E é uma cegueira satisfeita.

Muitos projetos, muitas agendas. A Bíblia é apoio retórico. A fé virou produto.

Jesus não é negado, mas se torna irrelevante. Ele é invocado, não obedecido.

Ambas tratam a crítica como perseguição.


O CONTEXTO CULTURAL

A cultura hoje é da performance. A economia da atenção.

A saída é consciência e lucidez. Vigiar. Comprar ouro refinado de Jesus. Arrependimento e busca do poder do Espírito Santo.


A OBSESSÃO POR COISAS E PESSOAS

Igrejas narcisistas são obcecadas por coisas. Por serem vazias do poder genuíno do Espírito Santo, preenchem o vazio com dinheiro, empregos, casas, carros, roupas, comidas, bens, prazeres.

Nada disso em si é errado. O erro está na prioridade — "Em primeiro lugar o Reino; as demais coisas serão acrescentadas." Deus é Deus da Providência e não é pai de mendigos.

Os narcisistas são obcecados por pessoas. Embora sua natureza seja antissocial, a santa comunhão com a sã doutrina torna-se impossível. Então a socialização vira cativeiro. As pessoas são vítimas voluntárias de abusos narcisistas da liderança. Querem ouvintes e patrocinadores de cadeira cativa.

A igreja narcisista busca pessoas que forneçam a atenção e gratificação para que elas sobrevivam.


RELAÇÕES APRISIONADORAS

Os narcisistas criam laços afetivos com as pessoas — suas vítimas — como quem se apega aos pets.

Uma igreja imatura é uma igreja infantil. As igrejas narcisistas gostam de ser infantis para receberem cuidados emocionais de vítima. Os líderes narcisistas agem como pais e mães para terem mais controle. Esta não é a comunhão apostólica.

Os narcisistas se apegam a pessoas e bens materiais. Querem possuí-las. Não estamos falando de seitas e heresias descaradas, mas de ortodoxia morta.

As igrejas narcisistas, assim como os narcisistas, não se conectam com nada nem com ninguém. Elas possuem pessoas e coisas.

Quando um narcisista possui alguém, essa pessoa se sentirá presa a essa pessoa para onde quer que ela vá. Ela sugará sua energia, sua vida.


A verdadeira questão não é se essas igrejas existem — é se estamos dispostos a enxergá-las.

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TEXTOS BÍBLICOS SOBRE SARDES E LAODICEIA

SARDES - Apocalipse 3:1-6

¹ "Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto.

² Sê vigilante e consolida o resto que estava para morrer, porque não tenho achado íntegras as tuas obras na presença do meu Deus.

³ Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, guarda-o e arrepende-te. Porquanto, se não vigiares, virei como ladrão, e não conhecerás de modo algum em que hora virei contra ti.

Tens, contudo, em Sardes, umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto comigo, pois são dignas.

O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas."


LAODICEIA – Apocalipse 3:14-22

 

¹⁴ "Ao anjo da igreja em Laodiceia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:

¹⁵ Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente!

¹⁶ Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca;

¹⁷ pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.

¹⁸ Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas.

¹⁹ Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te.

²⁰ Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.

²¹ Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono.

²² Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas."

16.1.26

E-BOOK GRATUITO - Sansão: A Fúria do Guerreiro

 


Sansão: A Fúria do Guerreiro

Onde a força encontra a fragilidade humana, nasce a lenda.


Há quarenta anos que os vales de Israel jazem sob o domínio filisteu. O povo judeu, outrora orgulhoso, vive agora acorrentado ao medo, onde a fé em Yahweh mingua perante o esplendor dourado dos templos de Dagom. É neste cenário de desolação, onde os israelitas arrastam pedras para os armazéns do inimigo, que uma promessa rompe o silêncio.


De um ventre estéril e de uma oração desesperada no campo, nasce Sansão. Consagrado desde o início como Nazireu, ele não é apenas um homem, mas um instrumento da ira de Deus num corpo de força inigualável. O libertador destinado a quebrar as correntes de Israel é também um homem de paixões .


Enquanto sua força sobrenatural — capaz de rasgar um leão como se fosse uma cria de cabra — o prepara para a guerra, o seu coração inclina-se perigosamente para o mundo que jurou destruir. Atraído pelas filhas dos opressores e movido por ventos que nem os seus pais compreendiam, Sansão caminha numa linha ténue entre a sua consagração e os seus desejos .


"Sansão: A Fúria do Guerreiro" não narra apenas os feitos heroicos de um juiz bíblico, mas mergulha na psique de um homem isolado pela sua própria força e desejo. É uma história de batalhas, traições e uma busca incessante por identidade. Desde o rugido do leão nas vinhas de Timna até à escuridão de uma prisão em Gaza, a narrativa conduz-nos ao derradeiro ato de sacrifício.


Uma releitura épica que revela como, das ruínas de um templo e da morte de um herói, se ergue a esperança de um povo.

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Sansão, Nazireu, Israel, Filisteus, Dagom, Juiz, Força, Voto, Libertação, Zorá, Delila, Traição, Sacrifício, Profecia, Opressão, Superação, Fé, Consagração, Vingança, Redenção.

9.1.26

E-BOOK GRATUITO - MATERIAL DE ESTUDO - ATOS 17 - DESTRUINDO FORTALEZAS

 

LIÇÕES BÍBLICAS PARA PEQUENOS

GRUPOS, DISCIPULADO OU ESCOLA DOMINICAL

Esta resenha analisa a obra "Destruindo Fortalezas", editada por Raniere Menezes (2026), que apresenta uma série de lições bíblicas voltadas para a apologética cristã de confronto. O material utiliza o discurso do apóstolo Paulo no Areópago (Atos 17) como modelo estratégico para demonstrar a supremacia de Cristo sobre a sabedoria humana.

A Defesa da Fé como Guerra Espiritual

O tema central da obra é que a apologética não deve ser vista como um pedido de desculpas, mas como um ato de guerra espiritual destinado a anular sofismas e destruir argumentos que se levantam contra o conhecimento de Deus. O autor enfatiza que a Igreja não deve adotar uma postura defensiva ou tímida, possuindo "licença divina" para atacar mentiras intelectuais com a Verdade bíblica.

A Rejeição da Neutralidade Intelectual

Um dos fundamentos mais importantes do material é a rejeição da neutralidade. Não existe um "terreno neutro" no debate de ideias; tentar provar a existência de Deus apenas pela razão humana, deixando a Bíblia de lado, é considerado um erro. O raciocínio cristão deve partir da Revelação Divina (as Escrituras) como o único fundamento capaz de sustentar um pensamento coerente e explicar a realidade sem cair em contradições.

O Confronto com as Filosofias Humanas

A obra analisa como Paulo enfrentou dois grandes grupos filosóficos que representam as bases do pensamento secular ainda hoje:

  • Epicureus (Acaso): Representam o materialismo moderno, alegando que o mundo é fruto do acaso. As fontes argumentam que essa visão destrói a própria razão, pois se o cérebro é apenas química aleatória, os pensamentos não são confiáveis.
  • Estoicos (Destino): Representam o panteísmo e o determinismo. O material critica essa visão por apagar a distinção entre Criador e criatura e por destruir a moralidade, ao sugerir que o mal é "necessário" ou "bom".

A Ressurreição como Prova Jurídica

Diferente de sistemas que buscam o "mero teísmo", a obra foca na autoridade de Jesus Cristo como Senhor e Juiz universal. A Ressurreição é apresentada não apenas como um milagre, mas como uma prova pública e jurídica de que Jesus é o juiz designado por Deus. A tumba vazia é descrita como o "selo de autenticidade" que valida as palavras de Cristo sobre o céu, o inferno e o juízo final.

O Ultimato de Deus e o Fim da Ignorância

A vinda de Cristo marca o fim dos "tempos da ignorância". As fontes afirmam que Deus agora ordena o arrependimento universal, removendo a desculpa de "não saber". O arrependimento é tratado como uma ordem do Rei, e não um convite opcional, diante da iminência de um dia determinado para o julgamento do mundo.

Cristo como o Logos do Conhecimento

Nas lições finais, a obra explora a ideia de Jesus como o Logos (Verbo), a razão que ordena o universo. Defende-se que a ciência e a lógica só são possíveis porque Deus "programou" a mente humana com categorias racionais e sustenta a regularidade da natureza. Sem essa base teológica, a ciência secular não teria fundamento para garantir que as leis da física funcionarão amanhã.

Conclusão "Destruindo Fortalezas" é um guia de estudo que desafia a "falsa humildade" da dúvida e convoca os fiéis a uma certeza absoluta na Palavra de Deus. O sucesso da mensagem, não é medido por aplausos, mas pela fidelidade em proclamar todo o conselho de Deus, seja para a salvação dos que creem ou para o julgamento dos que zombam.


BAIXAR GRATUITAMENTE

1.1.26

LANÇAMENTO: HADASSAH, SEGREDO DE ESTADO


 

LANÇAMENTO: HADASSAH, SEGREDO DE ESTADO

Uma órfã judia. O Império Persa. Um decreto de morte.

E se a mulher mais poderosa do mundo guardasse o segredo mais perigoso?

No coração da Pérsia antiga, onde um único decreto pode apagar nações inteiras, uma jovem chamada Hadassah é arrancada de sua vida simples e lançada no harém do Rei Xerxes.

Mas ela carrega um segredo: ela é judia.

Sob o nome de Ester, ela conquista o coração do rei mais poderoso da terra. Porém, nos corredores do palácio, Hamã — um homem sedento por vingança — lança os dados da sorte e assina o extermínio de todo o povo judeu.

Um decreto irrevogável. Onze meses para o massacre. Nenhuma esperança.

Ou quase nenhuma.


Um thriller histórico

"Hadassah, Segredo de Estado" de Raniere Menezes transforma o livro bíblico de Ester em uma narrativa com:

Intriga política
Suspense de vida ou morte em cada capítulo
Romance
Batalhas épicas pela sobrevivência de um povo
Um vilão que joga dados


  • Se você ama thrillers históricos
  • Se quer conhecer a verdadeira história por trás da festa de Purim

Este livro é para você.


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Hadassah, Segredo de Estado
Por Raniere Menezes

"E quem sabe se não foi para um momento como este que chegaste à realeza?"

 

18.12.25

A Escatologia dos Blogs: Os Blogs Morreram há Anos

 


A Escatologia dos Blogs: Os Blogs Morreram há Anos

Dizem que os blogs morreram há anos. O Google, com suas mudanças de algoritmo, foi coveiro e o padre exorcista na cerimônia. Agora, a inteligência artificial tem acabado com a hegemonia de pesquisar pelo Google, redesenhando novamente o mapa de como consumimos informação na internet.

Mas aqui estamos nós, os blogueiros pessoais, ainda respirando.

Somos os sobreviventes dessa escatologia digital. Orbitamos num limbo estranho, dentro de uma cápsula do tempo que ninguém mais visita com frequência. Não aparecemos nas primeiras páginas do Google. Não viralizamos. Não geramos engajamento mensurável.

E sabe de uma coisa? Está tudo bem.

Seu Espaço

Porque este é o meu espaço. Minha cápsula. Meu depósito de ideias. Um lugar meu sem regras impostas por algoritmos canibais por atenção. Sem limite de caracteres. Sem stories que desaparecem em 24 horas. Sem feeds infinitos que engolem os pensamentos em segundos.

Apenas continue escrevendo.

Um blog pessoal é um bom lugar para compartilhar seus pensamentos. Não para uma audiência fantasmagórica de milhões, mas para você mesmo daqui a dez anos. É um lugar para onde você pode voltar quando quiser lembrar de algo que escreveu há mais de uma década. Aquele insight que teve sobre algo. Aquela fase pela qual passou. Aquela pessoa que você era.

Pegadas Digitais

É um lugar onde você deixou uma pegada digital que realmente significa alguma coisa — não um like, não um retweet, mas um pensamento (in) completo, articulado, seu.

Meu blog pessoal é meu caderno aberto e público. Longe das redes sociais e seus ruídos. Longe da performatividade obrigatória. Longe da necessidade constante de ser relevante, viral, otimizado.

Os blogs podem ter morrido para o mundo. Mas para quem ainda escreve neles, eles são mais vivos do que nunca.

Então, sim: os blogs morreram.

Vida longa aos blogs.

11.12.25

LÓGICA EM FOGO - PREGAÇÕES SOBRE O NATAL - E-BOOK GRATUITO



 

"Lógica em Fogo: PREGAÇÕES DE NATAL", editado por Raniere Menezes, é uma série de pregações que abordam a "religião de calendário". O texto critica a ênfase da igreja moderna em agendas lotadas, atividades programadas e festas religiosas como Natal e Páscoa.

Crítica Central:
A atividade religiosa e o barulho da igreja frequentemente servem para esconder um vazio espiritual e a ausência do poder de Deus.
As festas religiosas funcionam como uma válvula de escape emocional, permitindo que as pessoas se sintam "religiosas" sem se submeterem à Verdade e ao arrependimento diário.
O "cristão de calendário" visita Jesus como um parente distante, emociona-se momentaneamente, mas não permite que Ele mude sua vida diária.
Adoração e o Calendário:
O autor, citando Vincent Cheung, argumenta que observar dias e festas especiais é retroceder aos princípios rudimentares da religião, visto que o sistema de sombras do Antigo Testamento foi abolido pela vinda de Cristo.
A adoração deve ser guiada pela Palavra de Deus; invenções humanas, como ciclos litúrgicos e rituais não ordenados, são consideradas "fogo estranho".
O verdadeiro teste de qualquer prática de adoração é: "Onde Deus ordenou isto?".
O Chamado à Fé Diária:
A alegria bíblica pertence a todos os dias, pois Jesus reina todos os dias, e Seu poder não flutua com o calendário.
A encarnação (o nascimento de Jesus) veio para julgar e expor, e não apenas para ser um símbolo sentimental. O que importa é a lealdade e a obediência a Cristo numa terça-feira comum, e não apenas nas datas festivas.
Voltar ao calendário é negar a suficiência da obra de Cristo e tratar o Espírito Santo como um visitante sazonal. A liberdade em Cristo significa viver na plenitude de cada dia, guiado pela Palavra.